Suspense e terror entram em cartaz em JF nesta quinta

Uma das estreias desta semana, suspense “A queda” coloca as protagonistas no alto de uma torre de 600 metros de altura – e sem ter como descer


Por Júlio Black

28/09/2022 às 17h39

Duas jovens vão descobrir que a descida nem sempre é mais fácil no suspense “A queda” (Foto: Reprodução)

De vez em quando, Hollywood adora colocar seus atores em locais muito altos sob risco de morte: podemos citar, por exemplo, “Inferno na torre” (1974), “Evereste” (2015), “Arranha-céu: Coragem sem limite” (2018), e, mais recentemente, “A queda”, que estreia nesta quinta-feira (29) nos cinemas brasileiros. O longa produzido pela Lionsgate com direção de Scott Mann pelo menos coloca as protagonistas em um cenário diferente, mas igualmente desafiador e perigoso ao extremo.
Na história acompanhamos as amigas Becky Connor (Grace Caroline Currey) e Hunter (Virginia Gardner), que passaram por uma tragédia recente – no caso, a morte do marido de Becky, Dan (Mason Gooding), durante uma escalada. Um ano depois da tragédia, Hunter voltou às escaladas, porém Becky quer distância de qualquer coisa que exija esforço para subir. Porém, ela é convencida pela amiga a voltar a viver de forma perigosa e aceita um desafio que poderíamos dizer que é completamente insensato: escalar uma torre de televisão abandonada no meio do deserto, com nada menos que 600 metros de altura.
O público vai acompanhar a dupla na escalada já imaginando que em algum momento algo vai dar muito errado, principalmente porque é possível perceber que a torre, além de abandonada, está em péssimo estado de conservação, caindo aos pedaços. Quando elas estão próximas do topo da torre, um acidente terrível quase mata as duas amigas, deixando-as presas no alto da torre. Para piorar, elas estão sem sinal de celular e sem ter como pedir ajuda a ninguém, pois a torre fica no meio do deserto e longe de tudo.
Sem parte da escada para realizarem a descida, as duas terão que encontrar um meio de descer a torre antes de morrer de insolação, fome ou despencar em uma queda mortal.

Sorria, meu bem, sorria

Outra estreia da semana é o misto de suspense e terror “Sorria”, dirigido por Parker Finn e com Sosie Bacon no papel da protagonista, a terapeuta Rose Cotter. Como ela passou pelo trauma do suicídio de sua mãe, aos dez anos de idade, é totalmente dedicada aos seus pacientes. E é assim que ela se encontra com uma jovem que diz estar sendo perseguida por algo que não sabe explicar o que é, mas que possui o corpo de outras pessoas, o que ela percebe graças a um sorriso psicótico que a deixa perturbada. No limite da loucura, a jovem comete suicídio na frente da terapeuta.
Ainda sob o impacto do acontecido, é a própria Rose que começa a ver nas outras pessoas o tal sorriso amedrontador e passa a duvidar da própria sanidade, sem saber se está passando por um momento de estresse pós-traumático, começou a manifestar os mesmos problemas psiquiátricos que a mãe ou se, na verdade, o que ela está vendo é uma manifestação de algum espírito do mal.

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“Sorria” mistura suspense e terror (Foto: Reprodução)

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