Hoje venho compartilhar com vocês, aqui na coluna Qualquer Poltrona, uma viagem cheia de nostalgia, aventura e, claro, dinossauros. Não é por menos: ontem, dia 3 de julho, estreou Jurassic World: Recomeço o filme que marca a nova fase dessa franquia que atravessa gerações.
Aproveitando esse momento, quero revisitar com vocês toda a trajetória de sucesso de Jurassic Park, falar sobre o fenômeno Jurassic World e projetar o que podemos esperar de Recomeço, que chega para reacender a chama jurássica nas telonas.
O que explica o sucesso duradouro de Jurassic Park?
Desde 1993, quando Steven Spielberg lançou o primeiro Jurassic Park, o fascínio por dinossauros ganhou um novo patamar. Além de efeitos especiais revolucionários para a época, a história mexia com nossa imaginação: quem nunca sonhou ver essas criaturas gigantes de perto? A combinação de aventura, suspense e uma boa dose de crítica sobre a arrogância humana continua funcionando até hoje.

A trilogia original (1993 a 2001) explorava muito o suspense, os erros humanos e a sobrevivência em meio ao caos criado pela ciência fora de controle. Já Jurassic World (2015 a 2022) acelerou o ritmo, trouxe ação em grande escala e apresentou um parque finalmente aberto — até, claro, tudo dar errado novamente. É um retrato da nossa era de blockbusters: mais explosões, mais dinossauros, mais adrenalina, mas sempre respeitando as origens.
O que esperar de Jurassic World: Recomeço
O filme promete resgatar a essência da franquia, sem abrir mão da grandiosidade atual. A aposta está em explorar novos dinossauros, ampliar o debate ético sobre clonagem e, quem sabe, até trazer participações especiais de personagens que ficaram marcados ao longo da saga. O que vi nos trailers me deixou empolgada: um equilíbrio entre o saudosismo do primeiro Jurassic Park e a modernidade de Jurassic World.

Lá atrás, em 1993, a mistura de animatronics com computação gráfica mudou para sempre o cinema de aventura. Hoje, a tecnologia está ainda mais impressionante, mas me chama atenção como os produtores continuam tentando manter o espírito de realismo e a fisicalidade das criaturas — nada substitui aquele frio na barriga que sentimos ao ver um T-Rex surgindo na tela.
Além dos filmes, Jurassic Park se expandiu em jogos de videogame, parques temáticos, brinquedos e produtos licenciados que continuam gerando novas gerações de fãs. As atrações da Universal Studios, por exemplo, são destinos obrigatórios para quem ama a franquia, e os games mais recentes — como Jurassic World Evolution — ajudam a manter viva essa paixão jurássica.
Cronograma para quem quer maratonar todos os filmes
- Jurassic Park (1993)
- O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)
- Jurassic Park III (2001)
- Jurassic World (2015)
- Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)
- Jurassic World: Domínio (2022)
- Jurassic World: Recomeço (em cartaz nos cinemas desde 03/07/2025)
Se você ainda não garantiu seu ingresso, não perca tempo e corra para assistir Jurassic World: Recomeço na telona — onde toda a grandiosidade desses dinossauros faz ainda mais sentido. Vou ficar de olho nos próximos passos da franquia e trago novidades para vocês aqui no Qualquer Poltrona. Afinal, algumas histórias continuam sendo fascinantes, geração após geração.





