A Prefeitura Municipal de Juiz de Fora encaminhou, nesta terça-feira, à Câmara Municipal, o relatório do Grupo de Trabalho que analisou a situação do Plano de Saúde dos Servidores. Uma das conclusões é de que a PJF deve pagar a dívida de R$ 20 milhões, mas abrirá negociações com fornecedores, sobretudo os que têm débito com o Município, para um encontro de contas. Desta forma, será possível a retomada do serviço. Outra conclusão é transferência da gestão, hoje por conta do setor de Recursos Humanos da Prefeitura para a JF Previ, que é uma autarquia. A meta é posteriormente fazer uma licitação para que uma empresa com expertise assuma a gestão do plano.
Contribuição dos beneficiários deve passar por revisão
O Grupo de Trabalho também recomenda uma revisão da contribuição dos usuários, hoje em R$ 500, independente do status do servidor, considerada insuficiente para a manutenção do plano. Tal dado é um fatores de restrição para o acompanhamento da Agência Nacional de Saúde (ANS). Embora não esteja no relatorio, há defensores da transferência para um Plano de Saúde. Como consequência do atuall cenário, o aporte da Prefeitura também deve aumentar, assim como o da Câmara Municipal, que tem cerca de 40 funcionários como beneficiários.





