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Corpo de vítima de explosões no Santa Terezinha ainda aguarda identificação no IML

Polícia Civil confirmou, nesta quarta, informação obtida pela Tribuna; policiais ainda investigam causas do ocorrido


Por Tribuna

11/01/2023 às 12h58

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Corpo foi identificado pelos Bombeiros sob os escombros provocados pelas explosões (Foto: Gabriel Silva)

Mesmo após cinco dias das explosões ocorridas em uma residência da Rua Alencar Tristão, no Bairro Santa Terezinha, região Nordeste, o corpo do homem que foi vitimado pelos escombros ainda não foi reconhecido e permanece no IML de Juiz de Fora.

A informação foi confirmada pela Polícia Civil à Tribuna na manhã desta quarta-feira (11), quando a corporação também informou que prossegue com as apurações sobre a causa das explosões.

Em nota encaminhada à reportagem, a Polícia Civil afirmou que “aguarda o comparecimento de familiar no IML. As apurações prosseguem pela 4ª Delegacia de Polícia Civil”, complementa.

Uma pessoa próxima à mãe da vítima acompanha o caso desde sexta-feira (6) e informou que a família do pai do rapaz é natural do município de Rio Pomba. Segundo ela, a Polícia Civil estuda a possibilidade de fazer contato com representantes do órgão em Rio Pomba para encontrar algum familiar que possa fazer o reconhecimento do corpo.

O caso

O corpo que aguarda identificação no IML é da única vítima de uma série de explosões que resultou no desmoronamento de duas casas no Bairro Santa Terezinha, na última terça. A identidade da pessoa vitimada ainda não foi revelada pela Polícia Civil, mas diferentes fontes informaram à Tribuna que trata-se de um homem de 58 anos.

A ocorrência foi registrada por volta das 3h, após uma sequência de três explosões que puderam ser ouvidas na rua, que é próxima ao Cemitério Parque da Saudade, e até em outros bairros do entorno. Também foi registrado incêndio no terreno onde as casas desabaram e outros imóveis tiveram prejuízos decorrentes da ocorrência como janelas quebradas e aparecimento de rachaduras.

Ainda não se sabe qual a causa das explosões, mas, inicialmente, os bombeiros descartaram que tenha sido causado por gás de cozinha. A suspeita é que o dano tenha sido provocado por um artefato mais complexo ou um arranjo de materiais inflamáveis. A investigação ficou a cargo da Polícia Civil.