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O vício do futuro 2

George Minois fez uma interessantíssima pesquisa sobre Previsões, desde a antiquíssima Antiguidade

Por Anna Maria Costa Ribeiro

O vício do futuro 2

George Minois fez uma interessantíssima pesquisa sobre Previsões, desde a antiquíssima Antiguidade.

Os bisões nas cavernas eram previsões: a caça de ontem e de amanhã.

Qualquer desenho, pintura, poema, conto, etc, a arte em si, são feitiços.

Ou magia, talismã, amuleto, escapulário para garantir alguma coisa.

Vc fez algum talismã no Ano Novo? Se não fez, ainda é tempo, aproveite a Páscoa

Prever é uma forma de controlar o futuro. Irresistível.

Aliás, uma nova profissão é a Futurologia. Não tem a ver com Astrologia, Tarot , Runas, etc. Tem a ver como muita observação e estudo da economia, sociologia e política , etc.

O cara Neandhertal foi o primeiro profeta, como forma de controlar o ambiente e o amanhã.

Desde então isso se ampliou e ampliará mais ainda, enquanto houver vida nesta 3 Dimensão.

A Física Quântica está aí.

A meta dos humanos, desde o Neandhertal, foi e é, dominar o espaço e o tempo.

A necessidade de saber o amanhã é compulsiva. Sem ela não há progresso. A começar pela Bolsa de Valores.

A Bolsa de Valores não é só onde está o Touro. Pode ser de qualquer coisa que vc valorize.

O que tem valor para vc, e vc capitaliza .

Vc tem que saber como será o ano, para tomar atitudes desde já.

E qualquer mínima informação já compensa .

Na Mesopotâmia, ali onde hoje é o Oriente Médio, já haviam inúmeras práticas de adivinhações. Algumas que, duvido, vc já tenha ouvido falar.

Lecanomancia, ou adivinhações pelos óleos . Teratomancia, ou através de deformações . Oniromomancia, ou sonhos premonitórios . Haruspicismo, ou pelos órgãos, como fígado, de animais de sacrifícios.

Esses adivinhos eram chamados de Baru

Há registros minuciosos disso desde 2.000 AC. Provavelmente, portanto, consultas de adivinhações devem ser bem mais antigas.

Faziam anotações, com medidas, posições, registros de experimentos e de interpretações.

Diziam que adivinhar tinha sido uma revelação dos deuses antes do diluvio.

A palavra ad- vinare, vem de divino.

Na Suméria , hoje Iraque, conheciam bem as artes divinatorias. Em que os deuses enviavam informações.

A correspondência entre micro e macrocosmos . Pu seja, inúmeras correspondências .

Os Baru, esses adivinhos/ sacerdotes, fizeram registros secretos, pois o trabalho era imenso e não era para qualquer arrivista saber .

Informação é poder.

Indubitavelmente.

Assim nasceram as Ciências Ocultas

Portanto, um determinismo. Como um mapa astrológico, que é como um decreto. Ou uma jogada de Tarot ou Runas …ou seus orixas/ deuses protetores

História e Futuro são inseparáveis. Conhecer História é conhecer o futuro: a vida é cíclica, como as passagens dos planetas no céu .

Os métodos de previsões estão associados aos mitos dos deuses e à lógica científica, astronomia.

Daí surgem as adivinhações e práticas médicas, usadas nas Universidades europeias ate sec 18 .

As tábuas cuneiformes da Suméria já relatavam diagnósticos com deuses.

Assim, por ex, febre ou cirurgia, estavam associadas ao deus da guerra.

Adivinhos e médicos tinham afinidades , eram como uma Irmandade. Hipócrates sabia disso. Foi a concorrência e a religião que os separaram – questões de poder .

Adivinhações mostravam quadros favoráveis ou não e as pessoas podiam podiam interferir .

Ou seja, um presságio indica um clima da situação, e vc toma as medidas que lhe interessam .

Portanto, ha diferenças entre diversos tipos de adivinhações

Magia e adivinhações faziam parte das civilizações do Mediterrâneo, como Síria, Fenícia, Palestina. A Bíblia está cheia dessas informações.

Era o que Isaac Newton, o homem reconhecido como o mais inteligente de sua época, fazia: decodificava a Bíblia , com seus registros de videntes, profetas, necromantes, etc.

Os hebreus tinham suas práticas adivinhatórias, seus presságios e diziam que era intervenção divina . Interpretavam sonhos, como Freud fazia. Tiravam a sorte, viam futuro em gota de óleo flutuando numa taça d’água , examinavam entranhas de vítimas ( extispicina)

Eram práticas tão importantes que no sec 10, bem depois, foram feitos enormes esforços para acabar com elas. Com proibições de recorrer a adivinhos, etc

Aliás, foi inútil, claro.

Quanto à Astrologia teve seu papel, a partir da Mesopotâmia, onde nasceu.

Segue

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Anna Maria Costa Ribeiro

Anna Maria Costa Ribeiro

Formação Jornalismo Faculdade Nacional de Filosofia;Diretora da escola Urantiam, escola de Ciências Ocultas desde 1995;Antes da escola Urantiam já era professora, consultora, escritora de Ciências Ocultas desde 1980;Autora de 51 livros ( breve + 1, sobre Formação em Magia sec 21 );Consultora/Conselheira, com, aproximadamente 40.000 atendimentos até hoje;Conferencista internacional, Brasil/ Estados Unidos ( desde 1995) Poetisa;Publicações de pesquisas ligadas à Astrologia, em Revista francesa / americana Ufologia;Professora/ consultora desde 1980 de várias Ciências Ocultas: Astrologia Tarot Numerologia Runas Cabala Mitologias grega sumeria africana Constelação famíliar e Metagenealogia Regressão de memória e de Vidas Passadas Supervisão de profissionais Whatsapp ; +55 21-99971-8088

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