Cooperar para crescer: Sicredi celebra o Mês Internacional das Cooperativas com foco no impacto comunitário
PUBLIEDITORIAL
No mês do cooperativismo, gerente do Sicredi em Juiz de Fora destaca como o sistema tem impulsionado o desenvolvimento local e fortalecendo laços entre pessoas e negócios
Outubro é um mês simbólico para o cooperativismo. No dia 16, é celebrado o Dia Internacional das Cooperativas de Crédito, data que ressalta a força de um modelo financeiro construído por pessoas e para pessoas, um modelo participativo e voltado para o desenvolvimento das comunidades.
Em Juiz de Fora, o Sicredi é um dos principais agentes desse movimento. Com mais de cinco anos de atuação na cidade, a instituição vem ampliando sua presença e fortalecendo a economia local por meio de crédito consciente, atendimento personalizado e incentivo a projetos sociais.
Quem explica é Mariane da Silva Polari, gerente de negócios pessoa física do Sicredi. “O cooperativismo, antes de ser o modelo de negócio mundial, ele diz muito sobre pessoas, pessoas essas que se unem para resolver necessidades que elas têm em comum. […] Essas pessoas, nesse modelo de negócio, trabalham juntas de forma democrática, onde o principal objetivo é justamente o bem coletivo e não apenas o individual.”, afirma.
Um modelo que pensa e desenvolve a comunidade

Diferentemente dos bancos tradicionais, nos quais os lucros se concentram nas mãos dos acionistas, nas cooperativas os associados são também os donos. “Diferente dos bancos tradicionais em que os acionistas e os donos têm um foco maior nos lucros, na cooperativa de crédito, como o Sicredi, os associados que têm a conta com a gente são os donos. Então os donos do Sicredi são todos os associados, todas as pessoas que utilizam dos nossos produtos e serviços”, explica Mariane. Ela também afirma que quem tem conta no Sicredi participa das decisões e dos resultados da cooperativa. “O recurso movimentado volta para a comunidade local, seja em forma de crédito para empreendedores, seja em projetos sociais”, completa.
Na prática, isso significa que o dinheiro investido na cooperativa gira dentro da própria região, impulsionando negócios e gerando empregos. “A gente chama isso de ciclo virtuoso. Um empreendedor busca crédito, cresce, contrata mais pessoas, compra de fornecedores locais e o recurso continua circulando por aqui. É o cooperativismo em ação”, completa.
Atendimento próximo e personalizado
Outro diferencial do Sicredi é a relação próxima com os associados. Segundo Mariane, cada atendimento é pensado de forma individual. “É muito o lema que a gente leva, ‘não é só dinheiro, é ter com quem contar’. Antes de oferecer qualquer produto, a gente busca entender o momento de vida e as necessidades de cada pessoa ou empresa. É um cuidado que faz toda a diferença.”
Reconhecimento mundial
O ano de 2025 foi declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional das Cooperativas, um reconhecimento que reforça a relevância do movimento no cenário global. Para Mariane, a homenagem é motivo de orgulho.
“Quando a ONU celebra o cooperativismo, ela está afirmando para o mundo que esse modelo é uma potência sólida, uma alternativa real para enfrentar desigualdades, promover inclusão e gerar desenvolvimento sustentável”, destaca.
Como se associar
Qualquer pessoa pode se tornar associada ao Sicredi. “Ao se associar, o cliente também se torna dono. Ele tem acesso a mais de 300 soluções financeiras personalizadas, participa das assembleias e tem voz nas decisões sobre o futuro da cooperativa”, explica Mariane.
Com três agências em Juiz de Fora- Centro, Cascatinha e Benfica -, o Sicredi segue expandindo sua presença na cidade e convida a comunidade a conhecer mais sobre o sistema. “Se conseguimos despertar a curiosidade em alguém, deixo o convite para visitar uma de nossas agências e tomar um café com a gente. O colaborador do Sicredi adora conversar”, finaliza Mariane.
Outras informações também podem ser obtidas no Instagram @sicredivaledojaguarizonadamata.