Construção do Hospital Regional teve como causa a situação precária do HPS, diz Pestana

Por Paulo Cesar Magella

20/12/2021 às 17h33 - Atualizada 20/12/2021 às 17h33

O ex-secretário Marcus Pestana não esconde seu inconformismo com a denúncia formulada pela promotora Danielle Vignoli, da 22 Promotoria de Justiça, que questiona o planejamento e a execução das obras do Hospital Regional. A ação cita outras 71 pessoas, entre elas os ex-prefeitos Custódio Mattos e Bruno Siqueira. Por meio de nota, ele destaca que as obras do Hospital foram motivadas pela situação precária do HPS. ” A partir deste diagnóstico foi tomada a decisão da SES/MG de construir um novo hospital , moderno e humanizado, para a transferência do HPS, desonerando inclusive a Prefeitura de um aluguel de mais de 150 mil reais/mês que poderiam ser revertidos em atendimento à população no novo hospital. Seria uma simples replicação do HPS, em escala e órbita de assistência, mas com qualidade e instalações e equipamentos adequados.”

Por causa da disputa, ex-secretário diz que não teve influência na execução da obra

Em outro trecho, a nota observa: “Em função disto, o então secretário estadual de saúde Marcus Pestana assinou o convênio para a construção do hospital em dezembro de 2009 no valor de R$ 42 milhões necessários para a implantação do projeto inicial do Hospital Pronto Socorro Municipal. Posteriormente o projeto foi alterado radicalmente e ampliado em sua estrutura para dar lugar ao grande Hospital Regional de Urgência e Emergência da Zona da Mata. Acontece que Marcus Pestana se desincompatibilizou do cargo em março 2010 para se candidatar a deputado federal. Portanto, Marcus Pestana só teve contato com o assunto objeto da ACP por três meses, não participando de nenhuma etapa, ainda que preliminar, da implantação do projeto”, destaca o documento.

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Guarda Municipal fez a guarda do prédio, diz Bruno Siqueira

O ex-prefeito Custódio Mattos, quando do primeiro contato, disse que não teve acesso aos documentos, o mesmo observou o seu sucessor, Bruno Siqueira. Este, no entanto, por meio da matéria da Tribuna, foi alertado que um dos pontos da denúncia contra ele tratava da segurança do local, que ao curso dos anos passou por depredações. Bruno observou que na sua gestão, a Guarda Municipal fez esta segurança.

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