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Greve no TJMG faz um mês

Há mais de um mês de greve, os servidores da Justiça de Minas ainda não conseguiram obter qualquer avanço nas negociações com o Tribunal de Justiça de Minas (TJMG). Na última sexta-feira, a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa (ALMG) decidiu enviar pedido de providências ao TJMG, para agendar uma reunião com representantes da categoria, dos parlamentares e da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG). Uma das principais reivindicações é o uso do IPCA acumulado em 12 meses até março, de 6,43%, para reajuste dos salários. O TJMG oferece 5%.

O movimento foi iniciado no dia 13 de março pelos oficiais de Justiça e servidores de segunda instância da Justiça. Nove dias depois, os funcionários da primeira instância também aderiram à greve. Nossa avaliação é de que mais de 60% da categoria esteja parada, afirma a presidente do Sindicato dos Servidores da Justiça de Primeira Instância de Minas Gerais (Serjusmig), Sandra Margareth Silvestrini de Souza. De acordo com o diretor regional da entidade, Amaury Debussi, entre escrivães, escreventes e oficiais de Justiça, há 240 grevistas em Juiz de Fora, ou seja, 53,3% dos 450 funcionários estão de braços cruzados.

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