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Brasil confirma aporte de US$ 1 bilhão para fundo global de florestas tropicais

Floresta

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou o aporte de US$ 1 bilhão no Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês). A medida coloca o Brasil como o primeiro país a assumir compromisso financeiro com a iniciativa global, que deve ser lançada oficialmente na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), marcada para novembro em Belém (PA).

Durante o evento promovido pelo Brasil e pelo secretariado da ONU, Lula afirmou que o fundo representa um mecanismo econômico capaz de fortalecer a preservação das florestas tropicais, destacando sua relevância para o Sul Global. Ele também convocou outros países a apresentarem “contribuições igualmente ambiciosas” antes da COP30.

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Segundo o presidente, o TFFF foi construído com apoio do Banco Mundial e consultas com sociedade civil, povos indígenas e comunidades locais. O modelo prevê que aportes realizados por países e investidores privados resultem em dividendos a serem repartidos entre os participantes e os países que mantiverem suas florestas em pé.

Estrutura do fundo

A proposta é reunir US$ 25 bilhões em investimentos de capital júnior de países até novembro, como atrativo para alavancar até US$ 125 bilhões em capital sênior da iniciativa privada. Os recursos serão destinados à conservação de florestas tropicais em diferentes regiões do mundo, incluindo a Amazônia, países da África e do Sudeste Asiático.

De acordo com a Coalizão Brasil e a The Nature Conservancy, o fundo poderá gerar remuneração média anual por hectare de floresta preservada. Para a Amazônia, por exemplo, o potencial de investimento é estimado em US$ 2 bilhões por ano, valor que pode reduzir a lacuna de financiamento calculada em US$ 7 bilhões anuais.

Expectativa internacional

Idealizado pelo Governo brasileiro e lançado em 2023, durante a COP28 em Dubai, o TFFF já conta com a adesão de cinco países com florestas tropicais — Colômbia, Gana, República Democrática do Congo, Indonésia e Malásia — e o apoio de possíveis investidores como Alemanha, Emirados Árabes Unidos, França, Noruega e Reino Unido.

Segundo especialistas, o anúncio brasileiro fortalece a chance de adesão de novos parceiros. Há expectativa de que países como China, Noruega, Reino Unido e Emirados Árabes anunciem aportes iniciais antes da COP30.

Texto da Agência Brasil reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe

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